Intervenção 1º A: Antiguidade Oriental

No dia 30/09 foi realizado a intervenção: Antiguidade Oriental- Civilização Fenícia, a partir do conteúdo programado construímos um material didático pedagógico que contemplasse a temática a ser analisada pela turma.  Segue o material didático expositivo escrito pelos bolsistas Aramísio Antunes e Frederico Menezes.

Antiguidade Oriental:

Civilização Fenícia

Segundo pesquisadores os fenícios seriam das regiões do Turquestão, mas se deslocaram para a Transcaucásia asiática, de onde partiram para invadir as terras baixas da Mesopotâmia, seu território corresponde atualmente ao litoral da Síria e norte da Palestina.

A proximidade com o mar e o início das trocas agrícolas com os egípcios deu condições para que o comércio marítimo destacasse-se como um dos mais fortes setores da economia fenícia. Ao longo da faixa litorânea por eles ocupada surgiram diversas cidades-Estado, como Biblos, Tiro e Sídon essas cidades eram autônomas e independentes.

Os fenícios desenvolveram uma ampla atividade comercial, permitindo o contato com as civilizações da antiguidade, garantindo-lhes o aprimoramento de seus costumes e valores, impulsionando também a disseminação de suas próprias realizações.

Suas principais atividades econômicas se concentravam no comércio e no artesanato. Com as excelentes madeiras de suas florestas, construíam navios. Fabricavam jóias de âmbar, ouro, prata e marfim. Produziam o vidro transparente e descobriram a púrpura, matéria corante vermelho-escura que usavam para tingir tecidos. Essas manufaturas, bem como suas madeiras, eram comercilizadas do mar Negro até o Egeu.

Com tantos mercados, tantas ofertas, os fenícios organizaram acordos comerciais, preços para que suas negociações fossem bem regidas. A cultura fenícia estabeleceu o desenvolvimento de um sistema de símbolos pode facilitar o processo de comunicação entre as pessoas. Pesquisadores apontam que a partir do ideograma egípcio, os fenícios desenvolveram um alfabeto fonético de vinte e duas letras que facilitava a compreensão da escrita.

A atividade comercial fenícia era muito variada. Além da exportação dos seus tecidos de lã, cabia-lhes a tarefa de abastecer o mundo mediterrânico em gêneros exóticos provenientes do Oriente, sobretudo dos Egípcios, pelo mar Vermelho, e em produtos de primeira necessidade, vindos do grande Norte.

Por volta de 1400 a.C. os fenícios dominaram as rotas comerciais, anteriormente controladas pelos cretenses, que ligavam a região da Palestina ao litoral sul do Mediterrâneo. Na trajetória da civilização fenícia, diferentes cidades imprimiam sua hegemonia comercial na região.

O método comercial utilizado era a troca. Era possível comerciar todo o tipo de objetos: trípodes, caldeirões em bronze, armas, azeite, cereais, vinho, vidros, jóias, marfins, cerâmica fina, vidros com perfumes e unguentos.

Expandindo suas atividades comerciais, os fenícios fundaram diversas colônias que, a princípio, serviam de bases mercantis. Existiam colônias fenícias em lugares como Chipre, Sicília, Sardenha e sul da Espanha. No norte da África, os fenícios fundaram a importante colônia de Cartago.

 

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